Esse só toma jeito com havaiana de pau!
Confira o teaser trailer de Avatar, novo filme do diretor de Exterminador do Futuro 1 e 2:
Nova sessão de filmes “TRASH”
Sabe aquele filme que você alugou naquela fitinha VHS sem vergonha naquela locadora do seu bairro? O Blog vai inaugurar uma nova sessão para esses filmes e quer as sugestões de vocês.
Mandem o nome do filme (pode ser o título original ou o nacional) para que eu possa garimpar essas pérolas! Vale qualquer gênero: terror, drama, aventura, comédia, etc.
Para opinar, entre na nossa comunidade no Orkut e mande a sua sugestão pelo tópico. Participem!
Os Eleitos
Ao se tornar presidente John Kennedy prometeu ao povo dos EUA que em 10 anos um americano pisaria na lua. Porém, essa proeza só seria possível com homens de coragem como os sete astronautas escolhidos para viajar naa espaçonaves do programa Mercury. Esses eleitos passarão por muitas emoções e aventuras.
Formato: avi
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR
Download via Rapidshare
Primeira Parte: 1 :: 2 :: 3 :: 4
Segunda Parte: 1 :: 2 :: 3 :: 4
Senha: http://farra.clickforuns.net
Conhece o F.A.R.R.A?
ATENÇÃO: Colabore com o Blog do Rossi clicando nos anúncios!
Morreu John Hughes
O Blog do Rossi lamenta muito a morte de John Hughes, diretor de “Curtindo a Vida Adoidado”, clássico maior dos anos 80, e roteirista de uma infinidade de filmes adolescentes da mesma década. Hughes sofreu um ataque cardíaco nesta quinta-feira em Nova York, onde estava visitando a família. Hughes tinha apenas 59 anos.
Leia a notícia completa aqui.
Conta Comigo (Dublado)
Gordie Lachance (Richard Dreyfuss), um escritor, recorda quando tinha entre doze e treze anos no verão de 1959, quando vivia em Castle Rock, Oregon, uma localidade com 1281 habitantes que para ele era o mundo inteiro. Gordie tinha três amigos inseparáveis: Chris Chambers (River Phoenix), Teddy Duchamp (Corey Feldman) e Vern Tessio (Jerry O’Connell).
Chris era o líder natural deste pequeno grupo, mas a família dele não era boa e todo mundo sabia que ele ia se dar mal na vida, inclusive ele. Teddy era emocionalmente perturbado, pois o pai tinha acessos de loucura e se Gordie era o intelectual do grupo Vern era o mais infantil, mas foi ele quem veio com a notícia que iria modificar a vida dos quatro. Tentando achar um vidro cheio de moedas que tinha enterrado, Vern ouviu por acaso Billy Tessio (Casey Siemaszko) e Charlie Hogan (Gary Riley) falando onde estava o corpo de Ray Brower, um garoto da idade deles que tinha ido colher amoras há três dias e nunca mais tinha sido visto.
Chris e Teddy queriam achar o corpo, pois vislumbravam a possibilidade de se tornarem heróis. Vern, embora indeciso, acabou cedendo mas Gordie não conseguia se entusiasmar, pois naquele verão tinha se tornado "um menino invisível", pois há quatro meses Denny (John Cusack), seu irmão mais velho, morreu em um acidente de jipe e seus pais ainda não tinham conseguido se recuperar. Cada um deu uma desculpa em casa e partiram para tentar encontrar o corpo. Nenhum deles tinha idéia que esta viagem se transformaria em uma jornada de autodescoberta que os marcaria para sempre.
Formato: rmvb
Áudio: Português/BR
Download via Rapidshare
Senha: http://farra.clickforuns.net
Conhece o F.A.R.R.A?
ATENÇÃO: Colabore com o Blog do Rossi clicando nos anúncios!
Novo Modelo de Fusca
Banzé no Oeste

Considerada pelo American Film Institut (AFI) uma das 10 melhores comédias já criadas em todos os tempos, Banzé no Oeste é uma pequena obra-prima que satiriza a época do povoamento do famoso Velho-Oeste norte-americano, trazendo todos os estereótipos possíveis encontrados no gênero caubói – o político inescrupuloso, o atirador mais rápido do oeste, o bandido descerebrado, a mocinha atraente – fazendo o espectador rir deliciosamente desses estereótipos. É um filme de 1974, mas que ainda permanece praticamente todo atual, já que nem sequer o seu estilo de humor tornou-se ultrapassado, e o filme é muito mais engraçado que a grande maioria das comédias lançadas ultimamente.
O responsável por isso tudo é o gênio do gênero (desculpem a aliteração aqui) Mel Brooks, que entre outras comédias imortais, fez O Jovem Frankenstein e Spaceballs, esta última ainda a melhor sátira a Star Wars já filmada. Além do excepcional trabalho de Brooks, não só na direção, mas também no roteiro do filme (embora não o tenha escrito sozinho) e atuação – ele faz o governador idiota – outro responsável pelo brilhantismo da comédia é Gene Wilder, simplesmente um dos melhores comediantes de todos os tempos, que fez inúmeros filmes inesquecíveis, como A Fantástica Fábrica de Chocolates, apenas para citar um exemplo. Finalmente, devo citar também o ator Cleavon Little, que interpreta o “primeiro xerife negro do Velho-Oeste”, e que está muito bem no seu papel, debochando dos deboches que leva por ser negro e estar rodeado de caipiras racistas.
Banzé no Oeste (nome que nada tem com o cãozinho da Disney – significa “bagunça”) é uma comédia obrigatória para quem curte o gênero. Além da importância histórica, pelo seu elenco de ouro, ainda é um dos filmes mais engraçados que já assisti. Sem exageros. O filme possui alguns momentos antológicos, como a cena final, que relembra a cena final de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (umas das minhas três comédias favoritas de todos os tempos), onde Brooks “avacalha” de vez e os personagens entram nos sets de filmagem de outros filmes, detonando o estúdio, indo para a rua, e chegando ao ponto de assistirem ao próprio Banzé no Oeste nos cinemas.
Como o filme é na verdade uma grande paródia do tempo das diligências, os personagens exageram propositalmente no tom de voz, gestos e atos, tornando o filme incrivelmente divertido de ser assistido, mesmo nas passagens que não são muito engraçados. Julgar piadas em críticas às vezes é perigoso, porque a opinião pode variar muito de leitor para leitor, mas posso garantir que dificilmente você acabará de ver este filme sem pelo menos uma grande risada. Não vou contar mais passagens do filme aqui, além da cena do estúdio, para não estragar qualquer surpresa caso você ainda não conheça o filme, mas afirmo que há no mínimo uma dúzia de cenas ou frases muito engraçadas.
Algumas das piadas às vezes exageram demais no tom de paródia, ficando muito perto de ofenderem a inteligência do espectador, como uma cena em que os heróis devem salvar a cidade de uma corja de bandidos perigosos: a solução sugerida é risível, e parece vir de uma criança de cinco anos de idade, mas ainda assim diverte. É só não esquecer que se trata de uma paródia que fica tudo bem…
A trilha sonora é outro grande destaque. Com canções e temas escritos originalmente para o filme, em alguns momentos Banzé no Oeste assume ares de um musical, sempre com letras bem humoradas e melodias incrivelmente belas. Inclusive uma das três indicações ao Oscar que o filme recebeu foi para a categoria de música original, pelo tema “Blazing Saddles” (nome original do filme). As duas outras indicações foram para edição e atriz coadjuvante, a mocinha do filme, interpretada por Madelina Kahn. A atriz morreu em 1999, e seus últimos trabalhos foram dublar uma personagem da animação Vida de Inseto e atuar no ótimo Judy Berlin, filme independente lançado naquele mesmo ano.
Lotado de pequenos e grandes momentos, esta é uma comédia difícil de encontrar nas locadoras, mas se você encontrá-la, não pense duas vezes: vale muito a pena conhecer este que é um dos melhores filmes do gênero desde a década de 70. Poucos momentos do filme estão hoje datados, ou seja, tornaram-se bobos para os dias atuais. É uma comédia que pode, portanto, ser chamada de atemporal, graças ao excelente trabalho de Mel Brooks, Gene Wilder, e sua trupe de incríveis coadjuvantes. O Oeste nunca mais foi o mesmo depois deste banzé.
Considerada pelo American Film Institut (AFI) uma das 10 melhores comédias já criadas em todos os tempos, Banzé no Oeste é uma pequena obra-prima que satiriza a época do povoamento do famoso Velho-Oeste norte-americano, trazendo todos os estereótipos possíveis encontrados no gênero caubói – o político inescrupuloso, o atirador mais rápido do oeste, o bandido descerebrado, a mocinha atraente – fazendo o espectador rir deliciosamente desses estereótipos. É um filme de 1974, mas que ainda permanece praticamente todo atual, já que nem sequer o seu estilo de humor tornou-se ultrapassado, e o filme é muito mais engraçado que a grande maioria das comédias lançadas ultimamente.
O responsável por isso tudo é o gênio do gênero (desculpem a aliteração aqui) Mel Brooks, que entre outras comédias imortais, fez O Jovem Frankenstein e Spaceballs, esta última ainda a melhor sátira a Star Wars já filmada. Além do excepcional trabalho de Brooks, não só na direção, mas também no roteiro do filme (embora não o tenha escrito sozinho) e atuação – ele faz o governador idiota – outro responsável pelo brilhantismo da comédia é Gene Wilder, simplesmente um dos melhores comediantes de todos os tempos, que fez inúmeros filmes inesquecíveis, como A Fantástica Fábrica de Chocolates, apenas para citar um exemplo. Finalmente, devo citar também o ator Cleavon Little, que interpreta o “primeiro xerife negro do Velho-Oeste”, e que está muito bem no seu papel, debochando dos deboches que leva por ser negro e estar rodeado de caipiras racistas.
Banzé no Oeste (nome que nada tem com o cãozinho da Disney – significa “bagunça”) é uma comédia obrigatória para quem curte o gênero. Além da importância histórica, pelo seu elenco de ouro, ainda é um dos filmes mais engraçados que já assisti. Sem exageros. O filme possui alguns momentos antológicos, como a cena final, que relembra a cena final de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (umas das minhas três comédias favoritas de todos os tempos), onde Brooks “avacalha” de vez e os personagens entram nos sets de filmagem de outros filmes, detonando o estúdio, indo para a rua, e chegando ao ponto de assistirem ao próprio Banzé no Oeste nos cinemas.
Como o filme é na verdade uma grande paródia do tempo das diligências, os personagens exageram propositalmente no tom de voz, gestos e atos, tornando o filme incrivelmente divertido de ser assistido, mesmo nas passagens que não são muito engraçados. Julgar piadas em críticas às vezes é perigoso, porque a opinião pode variar muito de leitor para leitor, mas posso garantir que dificilmente você acabará de ver este filme sem pelo menos uma grande risada. Não vou contar mais passagens do filme aqui, além da cena do estúdio, para não estragar qualquer surpresa caso você ainda não conheça o filme, mas afirmo que há no mínimo uma dúzia de cenas ou frases muito engraçadas.
Algumas das piadas às vezes exageram demais no tom de paródia, ficando muito perto de ofenderem a inteligência do espectador, como uma cena em que os heróis devem salvar a cidade de uma corja de bandidos perigosos: a solução sugerida é risível, e parece vir de uma criança de cinco anos de idade, mas ainda assim diverte. É só não esquecer que se trata de uma paródia que fica tudo bem…
A trilha sonora é outro grande destaque. Com canções e temas escritos originalmente para o filme, em alguns momentos Banzé no Oeste assume ares de um musical, sempre com letras bem humoradas e melodias incrivelmente belas. Inclusive uma das três indicações ao Oscar que o filme recebeu foi para a categoria de música original, pelo tema “Blazing Saddles” (nome original do filme). As duas outras indicações foram para edição e atriz coadjuvante, a mocinha do filme, interpretada por Madelina Kahn. A atriz morreu em 1999, e seus últimos trabalhos foram dublar uma personagem da animação Vida de Inseto e atuar no ótimo Judy Berlin, filme independente lançado naquele mesmo ano.
Lotado de pequenos e grandes momentos, esta é uma comédia difícil de encontrar nas locadoras, mas se você encontrá-la, não pense duas vezes: vale muito a pena conhecer este que é um dos melhores filmes do gênero desde a década de 70. Poucos momentos do filme estão hoje datados, ou seja, tornaram-se bobos para os dias atuais. É uma comédia que pode, portanto, ser chamada de atemporal, graças ao excelente trabalho de Mel Brooks, Gene Wilder, e sua trupe de incríveis coadjuvantes. O Oeste nunca mais foi o mesmo depois deste banzé.
Formato: rmvb
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR
Download via Rapidshare
Senha: http://farra.clickforuns.net
Conhece o F.A.R.R.A?
ATENÇÃO: Colabore com o Blog do Rossi clicando nos anúncios!








